Setembro 13, 2020

MATUÊ QUEBRA RECORDE DE MAIOR ESTREIA NO YOUTUBE BRASIL

O primeiro álbum de Matuê, “Máquina do Tempo”, quebrou um recorde no Spotify Brasil. Lançado de surpresa na noite de quinta (10/9), ele se tornou a melhor estreia de um disco de artista nacional no serviço de streaming. Todas as sete faixas do álbum estrearam no Top 15 da parada das mais ouvidas do Spotify Brasil.

Das sete faixas, seis entraram direto no Top 10, com destaque para “Máquina do Tempo”, que debutou no topo do ranking, com 897 mil reproduções, destronando o hit “Oh Juliana” de Niack.

O recorde de melhor estreia de álbum de artista nacional no Spotify Brasil já foi de Anitta. Em 2019, ela debutou as 10 faixas do álbum “Kisses” dentro do Top 30 do Spotify Brasil.

Confira a lista de estreias de Matuê:

1º lugar – “Máquina do Tempo”
3º lugar – “777-666”
4º lugar – “Cogulândia”
6º lugar – “Antes”
7º lugar – “É Sal”
8º lugar – “Gorilla Roxo”
14º lugar – “Vem Chapar”

Além disso, três músicas entraram na parada global do Spotify – “Máquina do Tempo” na 114ª posição, “777-666” na 153ª e “Cogulândia” na 188ª. Todas as faixas também constam no Top 200 do Spotify Portugal.

Matuê quebra recorde de melhor estreia de álbum no Spotify Brasil
(Foto: Divulgação)

Ascensão gradual até chegar ao recorde

Matuê tem 26 anos e é considerado um dos maiores nomes do trap brasileiro. Para o lançamento de “Máquina do Tempo”, ele assinou contrato com a gravadora Sony Music. O disco foi lançado de surpresa com uma entrada ao vivo do artista no programa do POPline na rádio FM O Dia, uma das mais populares do Rio de Janeiro.

O artista é conhecido dos fãs de trap no Brasil desde 2016, quando apresentou o single “Rbn”. Correndo por fora da mídia mainstream, ele conquistou público fiel, que aguardava com expectativa esse disco. Hoje já são 2,8 milhões de seguidores no Instagram e 2,6 milhões ouvintes mensais no Spotify.

Na plataforma, seus maiores sucessos são “Kenny G”, com 86 milhões de streams, e “Anos Luz”, com 69 milhões de streams. Também se destacam “Poesia Acústica #7: Céu Azul”, “Banco” e “A Morte do Autotune”.

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